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Encontrados 876 documentos
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A aprendizagem organizacional e gestão estratégica da informação na UFMG: a implantação da biblioteca digital de teses e dissertações.

Autores:Maria de Fátima Pinto Coelho, Jane Guirado Rodrigues, Belkiz Inez Rezende Costa, Leandro Ribeiro Negreiros, Maria Elizabeth de Oliveira Costa
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RESUMO: Descreve o processo de implantação da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD) da UFMG e o seu ingresso na Biblioteca Digital Brasileira (BDB) criada pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), na Network Digital Library of Theses and Dissertations (NDLTD), divulgando e disponibilizando, na íntegra, a produção científica da UFMG em rede mundial. Destaca a interação estabelecida entre os bibliotecários do Sistema de Bibliotecas com o Laboratório de Computação científica (LCC) e os colegiados de todos os programas de pós-graduação da UFMG, possibilitando o desenvolvimento de uma metodologia que viabilizou a definição e implementação de ações e a obtenção de resultados positivos. ABSTRACT: Describes the process of implantation of Digital Library of Thesis and Dissertations of UFMG and entrance in the Brazilian Digital Library created by the Brasilian Institute of Infomation Science and Tecnology - (IBICT), Network Digital Library of Thesis and Dissertations (NDLTD), publishing and making available, in the full text the scientific position of UFMG in Wide World Web. It detaches the established interaction among the librarians of the system of libraries with the Laboratory of Scientific Computation and the secretary of all the programs of masters degree of UFMG, making possible the development of a methodology that made possible the definition and increment of actions and the obtaining of positive results.

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Acolhimento familiar: a mediação social como recurso de trabalho

Autores:1 - Paulo Delgado 2 - Rachel Baptista
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O acolhimento de crianças em ambientes familiares está consolidado nas leis de portuguesas e brasileiras. Esta modalidade protetiva prima pela proteção e cuidado em lares já constituídos e capazes de promover estabilidade e permanência segura para aqueles cujos ambientes de pertencimento se encontram em situação de crise. O contexto luso e brasileiro tem muitas similaridades no que tange ao trabalho com a política pública de família acolhedora. Em ambos países o recurso da institucionalização é frequente e, em geral, se sobrepõe à utilização do encaminhamento de crianças vítimas de violações de direitos às famílias de acolhimento. Além disso, a falha na formação do técnico enquanto educador social de perfil mediador é outra semelhança observada. A medida de afastamento proposta no acolhimento familiar deve ser excepcional e provisória objetivando o melhor interesse da criança no que se refere à reunificação. Entretanto, o trabalho neste contexto é bastante complexo e desafiador levando os profissionais sociais a atividades nem sempre condizentes com sua formação inicial. Em muitos casos falta-lhes o devido treinamento e/ou aprimoramento de capacidades já adquiridas.

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Acolhimento familiar de criança com deficiência: prioridade absoluta

Autores:1 - Luci Mara Garcez Marin 2 - Andreza De Souza Tigre
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Ampliar a proporção de crianças e adolescentes acolhidos em família acolhedora em nível nacional é objetivo da Coalizão pelo Acolhimento em Família Acolhedora, garantindo a um número cada vez maior de crianças e adolescentes, o direito à convivência familiar e comunitária e o cuidado personalizado. Neste cenário surgem novos desafios para a qualificação dos serviços, como o acolhimento de crianças e adolescentes com deficiência. Carvalho e Silva (2021) apresentam os fundamentos multidisciplinares para a eleição do acolhimento familiar como regra para o cuidado de crianças na primeira infância, destacando as contribuições da psicologia, da psicanálise, da medicina e das neurociências, que comprovaram a absoluta relevância dos vínculos afetivos e da convivência familiar para todas as crianças, especialmente durante o período da primeira infância, do nascimento aos seis anos de idade

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Acolhimento familiar e saúde mental

Autores:1 - Luciana Martins Vieira 2 - Sophia Galvão de Oliveira 3 - Mariana Cabral da Costa Chianca
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Ao longo de quase quatro anos de execução do serviço de acolhimento familiar, notou-se que, em um número significativo, o acompanhamento tangenciou, de alguma maneira, questões de saúde mental na família. Diversas são as questões encontradas, como dependência de substância psicoativas, depressão e depressão puerperal, esquizofrenia, transtorno bipolar, síndrome de Munchausen, transtorno Borderline, entre tantas outras. Frente à complexidade de tais condições, é imprescindível um amplo trabalho em rede, organizado de maneira orgânica e transversal, com diálogo sólido e eficiente, principalmente dos atores socioassistenciais e de saúde. Ressalta-se que tais casos, em geral, demandam acompanhamento continuado, tanto quando é efetivada a reintegração, como quando é constatada sua inviabilidade

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Acolhimento familiar: tomada de decisão baseada em evidências

Autores:1 - Rachel Baptista 2 - Maria Helena R. N. Zamora 3 - Paulo Delgado
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Introdução: Acolhimento familiar: tomada de decisão baseada em evidências Introdução A família acolhedora é uma política pública legalmente reconhecida e subsidiada no Brasil (BRASIL, 2009; BAPTISTA, 2018). Sua proposta consiste em proteger, em ambiente familiar, crianças com direitos violados prezando por sua reunificação e reintegração quando possível e segura (DELAP; WEDGE, 2016; DELGADO, 2016). Entretanto, avaliar o sucesso do processo de retorno parece um desafio nos serviços já que após a reunificação, em geral, o acompanhamento às famílias tende a cessar. Neste cenário, tanto a chegada quanto a saída do acolhimento são momentos geradores de conflitos e precisam estar bem apoiados (BIEHAL et al. 2015; AECF, 2019). Neste sentido, saber o momento certo em que uma criança deve retornar para seu ambiente de pertencimento ou ser encaminhada para outra proposta de cuidados é um desafio ampliado para os profissionais. Na prática, a avaliação de certas variáveis objetivas e subjetivas fica aquém das possibilidades dos trabalhadores sociais até mesmo pelo acúmulo de trabalho a eles direcionado. O tempo decisório da justiça também pode ser curto para que se possa chegar a uma conclusão menos negligente (BAPTISTA et al. 2018). Dessa forma, instrumentos de avaliação baseados em evidências científicas podem auxiliar na identificação mais clara de aspectos objetivos e subjetivos para subsidiar algumas práticas, fortalecendo as tomadas de decisão e dando voz aos cuidadores e crianças de uma maneira mais sistematizada (BRITO, 2015; BOUMA et al. 2018)

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